Djokovic felicita compatriota Ivanovic, sem esquecer Matic nem Benfica

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O tenista sérvio Novak Djokovic, líder do  "ranking" mundial, felicitou hoje o compatriota Ivanovic, autor do golo  da vitória do Chelsea na final da Liga Europa de futebol, mas não esqueceu  Matic, nem o Benfica, através do Twitter.

"Bom trabalho Ivanovic", escreveu Djokovic, como legenda de uma imagem  da formação inglesa a erguer o troféu conquistado em Amesterdão. No entanto, o tenista, que envergou uma camisola do clube das "águias"  em 2007 no então designado Estoril Open, não esqueceu o Benfica, nem sequer  o seu compatriota Matic. 
"E parabéns ao Benfica, uma das minhas equipas favoritas, por ter chegado  à final! Nemanja Matic, Sérvia", sublinhou Djokovic.  


Matic diz que o Benfica foi melhor, mas precisa de mais sorte (vídeo)


Final da Liga Europa: Benfica 1 - 2 Chelsea (fotos)

quarta-feira, 15 de maio de 2013


Créditos: Facebook Oficial SL Benfica; A Bola; Zero Zero; Record; SIC; Mais Futebol

Matic sobre Final da Liga Europa: “Nem sempre ganha o melhor”

Na Final da Liga Europa, o Benfica acabou por perder, por 1-2, frente ao Chelsea. No final do encontro, Matic garantiu que o que faltou à equipa da Luz foi sorte.

"Fizemos boas jogadas, acções muito boas. Não tivemos sorte. Eles ganharam e voltamos a não ter sorte. Temos qualidade, não se trata de não ter qualidade. Tivemos mais posse de bola, mais hipóteses, mas nem sempre ganha o melhor", disse o médio benfiquista.

Final da Liga Europa: Benfica 1 - 2 Chelsea (destaques)

Matic e Enzo Perez estiveram em todo o esplendor
Matic – Que enorme exibição do gigante! Esteve em todo o lado, a defender, a atacar, a esticar o jogo, a lateralizá-lo ou a verticalizá-lo. Levou a melhor sobre os elementos do “miolo” do Chelsea e, de cabeça levantada, dá gosto vê-lo.



Matic
Curiosa a vida, não é? Descoberto pelo Chelsea, aproveitado pelo Benfica. Na final que o Benfica jogou aqui em 1962, havia um Mário Coluna que enchia o campo. Não comparemos a História com a atualidade pelo currículo, ou pelo estilo, mas sim pela ideia. O sérvio é também ele um monstro, uma máquina que joga por dois ou três, que vai de uma lateral a outra em modo silencioso mas eficaz. Matic empurrou o Benfica para a frente e impediu o Chelsea de sair tantas vezes como gostava em contra-ataque. Foi como sempre, como tem sido, e quem estava do lado «blue» deve ter ficado a pensar: «Deixámos este tipo sair?». Não merecia.

Mais Futebol

Matic (4) - Que exibição impressionante! Inacreditável a evolução deste médio sérvio que, neste momento, está ao nível dos melhores médios-defensivos do Mundo. Foi um verdadeiro muro para os médios do Chelsea, mas para lá das inúmeras recuperações conseguiu sair sempre a jogar com classe. Não faz nada ao acaso.

Record
 

Final da Liga Europa: Benfica – Chelsea, 1-2: Obrigado, querido Benfica!

Noite mágica em Amesterdão, ambiente arrepiante, duas grandes equipas a respeitarem-se, enorme espectáculo de Futebol e milhares, milhares de corações a bater. O Benfica foi muito, muito superior, superou um golo mal invalidado, uma injusta desvantagem, mas ao cair do pano, já em tempo de compensação, tal machada final, o Chelsea fez o 2-1… Injusto, tão injusto! Por tudo o que fizeste: Obrigado, meu querido Benfica!
Vinte e três anos depois o Sport Lisboa e Benfica regressou a uma Final europeia. Os protagonistas foram outros, a ambição a mesma de sempre. O caminho benfiquista rumo à Final foi praticamente imaculado: seis vitórias, um empate e uma derrota.
Tal como a equipa comandada por Jorge Jesus, o Chelsea começou o percurso europeu na Liga dos Campeões. Ao não passar a Fase de Grupos, a equipa londrina mudou o chip para a Liga Europa. O Sparta Praga, da República Checa, foi o primeiro adversário superado no trajecto para a Final, seguindo-se o Steaua Bucareste da Roménia, o Rubin Kazan da Rússia e o Basileia da Suíça. Em oito jogos, o conjunto orientado por Rafael Benítez venceu por cinco ocasiões, empatou um e perdeu dois. Nesta caminhada, destaque para as derrotas nos recintos do Steaua e do Rubin Kazan.
Caminho percorrido, ultrapassados vários obstáculos, Benfica e Chelsea encontraram-se oficialmente pela terceira vez na sua história. Na memória recente os jogos da época passada para os quartos-de-final da Liga dos Campeões. Depois de ter perdido na Luz por 0-1, o Benfica foi até Londres com a ambição de conseguir a reviravolta. Os deuses… e não só (!) não estiveram com a equipa. O resultado final foi favorável (2-1) para o Chelsea, que acabaria por conquistar o troféu. História contada… e havia contas para ajustar!
Domínio avassalador 
19h45, hora portuguesa, e o árbitro holandês, Björn Kuipers, apitava para o início do encontro. Já ouviu falar dos famosos “quinze minutos à Benfica”? Pois bem… foram mais, muitos mais!
Logo aos 2´, Cardozo, de cabeça, tira as medidas à baliza defendida por Peter Cech e iniciar-se-ia aqui um verdadeiro recital de futebol atacante, futebol espectáculo. Primeiro aos 10’, depois aos 11’… esteve tão perto o golo inaugural, não fosse a ansiedade natural do momento e alguma cerimónia na hora de matar o lance, cerimónia essa grande culpada do não avolumar do marcador… mas já lá vamos!
Aos 14’, livre cobrado por Cardozo, lance estudado e nova excelente oportunidade de golo desperdiçada. O Benfica carregava, carregava, empurrado por uma ArenA de Amesterdão vestida de vermelho rubro, palpitante e saltitante… tais papoilas! Uma onda vermelha aglutinadora que vive, sente e respira Benfica!
O domínio “encarnado” era de tal forma avassalador que, imagine-se, só à passagem do minuto 24 é que Artur (seguro) foi chamado a intervir! E por falar em Artur, gigante defesa, aos 37’, a remate de Lampard.
E do Chelsea… foi apenas isto que se viu! É que do lado oposto, personalidade, raça, entrega, blocos cerrados, pressão altíssima mas sempre muito bem compensada… que enorme Benfica este que, diga-se sem facciosismos, merecia claramente a vantagem não fosse a malvada cerimónia.

Injusto! Injusto! Injusto!
Reinício e mais do mesmo! Entrada “à Benfica” com a baliza de Cech a sofrer enormes calafrios!

Aos 50’ Cardozo faz o 1-0, mas mal, muito mal, o árbitro a invalidar o lance ao assinalar um fora-de-jogo inexistente. Até na Europa… Injustiça atrás de injustiça, e sem nada o ter feito para o merecer, aos 60’, o Chelsea chega à vantagem num lance de futebol directo, com Torres a colocar o esférico no fundo das redes de Artur.

Jorge Jesus mexe de imediato na equipa e no lance seguinte grande penalidade (claríssima) com Cardozo, frio, a fazer o empate.
Aos 81’, grande lance… e aguenta coração! Cardozo rematou forte e em arco, já se gritava golo, mas Cech arranca uma defesa espectacular. Do outro lado, já ao cair do pano, foi a vez da barra devolver um remate, também ele espectacular, de Lampard.

Minutos finais do tempo regulamentar impróprios para cardíacos… e quando já nada o fazia prever, Ivanovic, na sequência da marcação de um canto, selou o resultado final em 2-1. Que injustiça!

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com a seguinte equipa: Artur Moraes; André Almeida, Luisão, Garay (Jardel, 77’) e Melgarejo (Ola John, 62’); Matic, Enzo Perez, Salvio e Gaitán; Rodrigo (Lima, 62’) e Cardozo.


Treino de preparação para a final da Liga Europa 2013 (fotos)





Créditos: Facebook Oficial SL Benfica; Record; Zero Zero; Site UEFA; Twitter Oficial ChelseaFC